Ontem houve o debate conduzido
por Giórgia Neiva sobre o filme Cisne Negro (sob direção de Darren Aronosfky), no Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás.
O debate saiu da esfera do binarismo patologia x normalidade, uma vez que a
debatedora fez questão de trazer outro e novo olhar para o filme: a perspectiva
de amadurecimento da saída da adolescência para a fase adulta, que nunca
acontece sem dor e angústia.
Ademais, dentro dessa
perspectiva, a debatedora abordou as nuances psicológicas dos transtornos
alimentares anorexia e bulimia que, visto sob prisma psicanalítico, trata-se de
uma recusa em amadurecer um corpo libidinal e desejante.
O debate teve a pretensão de
explorar os assuntos da(s) corporalidade(s) que é tão atual, posto que vivemos
em uma sociedade que alimenta o discurso da estética e da beleza. A
participação do público enriqueceu o debate com vários outros olhares
pertinentes ao corpo, ao gênero e à sexualidade.
Agradecemos a participação de
todxs!
Até a próxima!




